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Direitos do Consumidor

Procon registra aumento no valor da cesta básica em Goiânia

Alimentação básica na capital passou de R$ 380,34 para R$ 437,96. A batata, tomate, banana, pão e o café foram os alimentos que apresentaram maiores variações

Publicado em: 07 de fevereiro de 2020 às 15:34 | última atualização: 07 de fevereiro de 2020 às 15:56

Segundo a pesquisa do Procon Municipal, o valor da cesta básica em Goiânia registrou alta de 15%. O preço médio passou de R$ 380,34 para R$ 437,96. Os produtos que mais contribuíram para o aumento do valor final da cesta foram: a batata inglesa, tomate comum, banana nanica, pão francês e o café.

O quilo da batata inglesa apresentou uma diferença de 263%, entre o menor e o maior preço. Já o quilo do tomate teve uma variação de 197%. O preço da banana nanica aumentou 150%. O valor do pão francês alcançou um aumento de 66%. O pacote de café subiu 64%.

Em contrapartida, apenas os preços de três produtos tiveram redução. O pacote de açúcar teve uma queda de 19%. Com uma redução pequena, o quilo do arroz caiu 21%. E o quilo da farinha de mandioca sofreu uma variação de 23%.

De acordo com Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE), os maiores valores da cesta básica estão na cidade de Florianópolis e o Rio de Janeiro. Goiânia ficou em 9° lugar, na comparação da cidade que tem o menor preço da cesta básica, perde para Salvador e Aracaju.

Diante da variação de preços, o Procon recomenda ao consumidor a realização de pesquisas antes de adquirir qualquer produto. O órgão alerta que os valores estão sujeitos à alteração conforme a data da compra, por conta de possíveis descontos, ofertas ou promoções. O consumidor também deve ficar atento às especificações contidas nas embalagens, como prazo de validade, composição e peso líquido do produto.

O Procon Goiânia realizou a pesquisa de preços entre os dias 27 de janeiro a 4 de fevereiro. Foram pesquisados 29 produtos em nove supermercados, aqui da capital. Confira aqui a pesquisa completa.

Anderson Clemente, da editoria de Defesa do Consumidor