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Mutirão

Prefeitura recolhe 62 mil toneladas de entulho durante mutirões

Maior parte dos dejetos é de resíduos da construção civil descartados incorretamente

Publicado em: 24 de setembro de 2019 às 10:31 | última atualização: 24 de setembro de 2019 às 11:41

A Prefeitura de Goiânia, por meio da Companhia de Urbanização (Comurg), retirou 62 mil toneladas de entulho, lixo não orgânico e galhos durante os mutirões realizados neste ano. A maior parte (46 mil toneladas) eram resíduos da construção civil descartados de forma indevida nas vias e logradouros públicos. A ação visa proporcionar uma cidade mais limpa, organizada e melhor para se viver. Os mutirões são reconhecidos pelo volume de serviços oferecidos a população e a limpeza das vias públicas é essencial para proporcionar mais qualidade de vida.

A ação da Comurg nos mutirões não interfere no cronograma normal de trabalho da companhia. Uma média de 62 mil toneladas de entulho são recolhidas por mês. O órgão, em parceria com a Agência Municipal do Meio Ambiente (AMMA), orienta a população a não descartar nenhum tipo de lixo ou entulho nas vias públicas, e mantém equipes de fiscalização e orientação para atender denúncias.

O Código de Posturas de Goiânia define notificação administrativa e possível multa para o cidadão que despejar, de forma irregular, ou fora do horário de coleta, lixo e entulho nas vias da cidade. Quando, após a notificação, o cidadão não retira seu entulho, um fiscal da Amma gera uma autuação, que pode chegar a até R$ 5 mil.

Alternativas
O cidadão que deseja fazer um descarte correto de entulho pode procurar o Ecoponto Guanabara, localizado na Rua: GB-05 com GB-06, no Jardim Guanabara II. Já se deseja descartar algum móvel ou eletrodomésticos pode chamar o cata-treco, por meio dos telefones 3524-8555 ou 98596-8555.

Para o presidente da Comurg, Aristóteles de Paula, o Poder Público faz a parte dele, mas é preciso que os moradores tenham consciência e não descartem lixo em locais inadequados, principalmente naqueles que podem tornar-se criadouros de Aedes aegypti.

Hacksa Oliveira, da editoria de Urbanização
Fotos: Luciano Magalhães