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Direitos Humanos

Feira mostra trabalho de pessoas com deficiência

Evento, que está em sua terceira edição, contou com área de alimentação e exposição de produtos artesanais, além de palestras, apresentações artísticas, culturais de dança, teatro e música

Publicado em: 05 de novembro de 2019 às 16:03 | última atualização: 05 de novembro de 2019 às 16:14

O dia de hoje (5/11) foi bem movimentado no hall e no auditório Costa Lima da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), onde foram expostos produtos e trabalhos realizados por instituições que defendem e contribuem para melhorar a vida de pessoas com deficiência em Goiânia.

A iniciativa é promovida pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Politicas Afirmativas (SMDHPA), por meio da Superintendência da Pessoa com Deficiência ou Mobilidade Reduzida, e já está na terceira edição com atividades gratuitas abertas ao público.

Além da parte cultural e de exposição, a feira ainda contou com ciclo de palestras sobre temas variados relacionados a pessoas com deficiência e orientações sobre acesso a diferentes serviços de saúde, como aferição de pressão e orientações sobre educação postural, descarte de medicamentos, desperdícios alimentares e saúde, de forma geral, coordenados pelos cursos de enfermagem, fisioterapia, farmácia e nutrição da Faculdade Estácio de Goiânia e pelas Ligas da Mama e de Neurociência.

De acordo com o secretário municipal de Direitos Humanos, Filemon Pereira, o evento serve para reforçar os laços com as instituições. “É possível compartilhar experiências e mostrar o trabalho que é feito por elas que contribuem de alguma forma para a qualidade de vida das pessoas com deficiência”, destacou.

Já o superintendente municipal da pessoa com deficiência, Antônio José, comentou sobre a programação que trouxe ciclos de palestras com temas com temas importantes para a sociedade. “Tivemos a participação de palestrantes com assuntos como prevenção ao suicídio, cuidados com a saúde, direitos e avanços de políticas públicas”, comentou.

A professora Telma Ferreira é coordenadora do Centro de Orientação, Reabilitação e Assistência ao Encefalopata (CORAE) e trouxe um pouco do trabalho da instituição que envolve professores, pais e alunos. “Essa feira é muito importante para dar visibilidade ao que é feito por nós e por tantas outras instituições”, ressalta.

Já a estudante de Letras do Instituto Federal de Goiás (IFG), Antônia Lopes, gostou do que viu e passou o tempo  todo acompanhando as apresentações culturais, de dança, música e teatro, além de visitar a feira e comprar alguns produtos e levar pra casa.

Luciano Joka, da Diretoria de Jornalismo